A Rússia vai exigir a condenação deste ataque ante o Conselho de Segurança da ONU "ainda hoje", disse ela. "O terrorismo não prevalecerá", acrescentou, prestando homenagem a Andrei Karlov, "diplomata russo excepcional" e "personalidade que fez muito para lutar contra o terrorismo".
O governo americano condenou o ataque, segundo nota oficial do Departamento de Estado. Segundo o comunicado, Washington "condena este ato de violência, qualquer que tenha sido a origem. Nossos pensamentos e orações estão com ele (o embaixador Andrei Karlov) e sua família". Nenhuma fonte americana arriscou-se a antecipar qualquer sugestão sobre quem poderia estar por trás do ataque, que matou o embaixador.Rusya Büyükelçisini vuran kisi: "Beldelerimiz güvende olmadikça sizler güvenligi tadamayacaksiniz, Halep'i Suriye'yi unutmayin." pic.twitter.com/tysdMO8LKG
— 140journos (@140journos) 19 de dezembro de 2016
Um homem armado, vestido com um terno preto, atirou contra o embaixador russo, gritando "Aleppo" e "Vingança", na abertura de uma exposição em Ancara, de acordo com testemunhas e meios de comunicação locais. Segundo o prefeito de Ancara, Melih Gökçek, o suposto assassino do embaixador russo é um policial. "O assassino é da polícia", declarou Gökçek em sua contra no Twitter, uma afirmação igualmente evocada pelo jornal pró-governo Yeni Safak, que identifica o atirador como um membro da polícia de choque.
Nascido em 1954, Andrei Karlov foi nomeado para o cargo em Ancara em julho de 2013. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse vez que o presidente Vladimir Putin havia sido "informado" do ataque.