Esta decisão inclui todos os voos da Lufthansa e de suas filiais Germanwings, Austrian Airlines e Swiss. Ela foi tomada "pela segurança de seus passageiros e tripulantes", apesar de não haver nenhuma recomendação oficial das autoridades de regulamentação aérea, explica o grupo.
A decisão foi tomada pouco depois da queda de um foguete perto do aeroporto internacional de Tel Aviv, e a companhia francesa indicou que tem "acompanhado de perto a situação", enquanto que a Agência Federal da Aviação Americana (FAA) proibiu mais cedo as companhias americanas de voar para ou a partir de Israel.