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Na manhã desta sexta-feira, uma equipe da Cruz Vermelha conseguiu retirar os últimos 17 pacientes vivos, incluindo uma criança, e transportá-las para outras clínicas da capital líbia. Os enfermos aguardaram por cuidados médicos durante dias em meio a um forte odor de decomposição, enquanto os corredores estavam banhados de sangue.
Por falta de espaço no necrotério, os corpos foram levados para quartos anexos. "É um desastre. Não existem medicamentos no hospital, nem equipes médicas. Todos foram embora por medo dos francoatiradores", explicou Mohamed Yunes, estudante de Odontologia que atuava como enfermeiro.