O primeiro tipo, que já era entendido há algum tempo, ocorre logo após o término da erupção. Neste caso, ar muito quente e energizado se choca com a atmosfera resfriada, gerando raios como uma tempestade elétrica comum.
O segundo tipo de relâmpagos foi uma surpresa para estudiosos que publicaram um artigo na revista Science. O magma e as rochas espelidas com grande carga elétrica geram faíscas contínuas e caóticas nas proximidades da cratera do vulcão.
O fenômeno intriga a comunidade científica | Foto: Cláudio Santana / AFP / CP
Correntes indicam possível chegada de cinzas de vulcão chileno ao RS
O vulcão segue em erupção nos Andes, na região de fronteira do Chile com a Argentina, e representa um crescente risco para a aviação no território argentino. Não se pode descartar que as cinzas da erupção possam chegar até a região de Buenos Aires e Montevidéu, ou mesmo ao Sul do Brasil nos próximos dias.