Quando a medida desencadeou uma onda de comentários na imprensa, os funcionários da escola se retrataram e disseram que não fazia mal se abraçar. "Não existe uma política específica para os abraços e não suspendemos e nem vamos suspender os estudantes por se abraçarem", afirmou David Healy, superintendente das escolas do distrito, em um comunicado.
"É lamentável que haja pessoas que encontrem um propósito e um motivo de humor fazendo sensacionalismo com um rotina escolar relacionada com este tema", acrescentou.