Os homens eram captados no Brasil e a organização fornecia uma "bolsa de viagem" e passagem de avião, que era comprada com cartões clonados. Conforme um comunicado policial, as vítimas eram enganadas sobre as futuras condições de trabalho. "Uma vez na Espanha, o líder da rede os distribuía (os homens) pelas diferentes casas de encontros e fornecia cocaína, outros tipos de drogas e Viagra para prostituição."
A rede atraía clientes com anúncios nos classificados de jornais e em sites, que exibiam fotografias dos jovens disponíveis.