"Ressaltamos nossa disposição para resolver o conflito educacional por meio de um diálogo aberto com o governo e a cidadania. No entanto, consideramos que há condições de senso comum que não foram cumpridas", afirmou Giorgio Jackson, um dos líderes dos estudantes. O movimento estudantil exige a suspensão da tramitação no Congresso dos projetos sobre educação enviados recentemente pelo governo, sem que haja um debate.
Os estudantes também exigem uma garantia de transparência do processo de negociação - com a transmissão pela TV dos diálogos -, o adiamento do prazo de encerramento do primeiro semestre acadêmico - que vence em 7 de outubro - e o bloqueio do repasse de fundos fiscais a universidades privadas para 2012. Outro líder dos estudantes, Patricio Contreras, afirmou que a contraproposta deve priorizar dois temas vitais: fim do lucro na educação e o avanço para a gratuidade do sistema.