Na quinta-feira, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) determinou que os protestos são um direito político "não absoluto", e por isso devem contar com o aval de autoridades. Sem a autorização, a polícia pode intervir para garantir direitos como o de ir e vir. "Ocuparemos pelo tempo que for necessário. A resolução foi injusta. Adotamos essa postura para mostrar que não vamos permitir que nos retirem do espaço que tomamos pacificamente para protestar", afirmou a estudante Doiris Albarrán ao canal "Globovisión".
Uma onda de protestos contra o governo de Nicolás Maduro sacode o país desde o início de fevereiro. Apesar da queda na intensidade, alguns focos de violência persistem no leste de Caracas. As manifestações deixaram 41 mortos, mais de 700 feridos e 180 detidos.