Os marines serão enviados às ilhas americanas de Guam e Hawai, e à Austrália. O acordo sobre a retirada dos fuzileiros navais ocorre antes da visita a Washington, na próxima semana, do primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, que será recebido pelo presidente Barack Obama.
A medida faz parte da nova estratégia global americana, que prevê um reposicionamento de forças na Ásia, especialmente para apoiar Austrália, Filipinas e Cingapura diante do crescente poder militar da China. Washington e Tóquio não avançaram na polêmica questão da base aérea de Futenma, também em Okinawa, que enfrenta a rejeição da população local.
A forte presença militar americana na ilha de Okinawa, onde está metade do contingente de 47 mil homens dos EUA no arquipélago, é um foco de tensão entre os dois países.