Os Estados Unidos celebraram nesta sexta-feira o "importante compromisso" de seus aliados, que decidiram enviar para o Afeganistão um reforço de pelo menos 7.000 soldados.
O porta-voz da Casa Branca Robert Gibbs, declarou-se "muito contente" com as "importantes" contribuições da Otan ao esforço de guerra no Afeganistão.
"Acho que 7.000 soldados são uma contribuição importante (...). É uma decisão muito positiva", disse Gibbs, destacando que o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, indicou que "sem dúvida haverá mais".
A atitude dos aliados é uma resposta ao pedido da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que foi a Bruxelas especialmente para buscar o apoio dos europeus para "concluirmos juntos o combate".
Hillary ficou satisfeita com o compromisso dos aliados, e após negociações com seus pares da Otan na capital belga comentou que "é decisivo que nos mantenhamos firmes em nossa determinação de que esta missão seja cumprida até o fim".
Para Hillary, a guerra no Afeganistão é "um teste crucial para a Otan, que é a maior e mais bem-sucedida aliança militar da história".
"A Otan e a Isaf (a força coordenada pela Otan no Afeganistão) se mantêm ao nosso lado e apóiam plenamente a estratégia do presidente" Barack Obama, declarou. "Quero agradecer a estes países, que decidiram enviar reforços militares e civis".
Nesta sexta-feira, o Departamento de Estado americano indicou nesta sexta-feira que os Estados Unidos esperam que os aliados de Washington enviem outros "vários milhares" de tropas para o Afeganistão.
"A Otan, a Isaf e os parceiros da Isaf prometeram contribuir com 7.000 tropas a mais" para a guerra no Afeganistão, "e nós esperamos que ainda mandem vários milhares mais num futuro próximo", afirmou.
EUA comemoram decisão de aliados de enviar reforços para o Afeganistão
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