No início de setembro, quatro trabalhadores humanitários tratavam a epidemia na África quando foram diagnosticados lá com o vírus e foram transportados para os EUA para tratamento. Porém, é a primeira vez que um cidadão foi acometido da doença dentro do território americano.
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Epidemia
No último sábado, balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicava que o número de mortes já havia ultrapassado os 3 mil. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estima que pelo menos 3,7 mil crianças da Guiné-Conacri, da Libéria e de Serra Leoa ficaram órfãs, tendo perdido pelo menos um dos seus pais, devido ao vírus ebola, indicam estimativas divulgadas nesta terça-feira. O Unicef alertou que, como a epidemia se intensificou nas últimas semanas, o número de órfãos por causa do vírus pode duplicar até meados de outubro. "Sabemos que os números que temos são apenas a ponta do iceberg", disse Manuel Fontaine, diretor regional do Unicef para a África Ocidental, em uma videoconferência a partir de Dacar, capital do Senegal.