Em vídeo publicado em sua conta no Twitter, o segundo no poder da Casa Branca afirma que Maduro é "um ditador sem qualquer direito legítimo ao poder". "Ele nunca ganhou a presidência em uma eleição livre e justa e ele manteve o seu poder ao aprisionar qualquer pessoa que ousasse se opor a ele", acrescenta.
Aludindo às manifestações contra o regime chavista convocadas nacionalmente por Guaidó para amanhã, 23 de janeiro - data que, em 1958, marcou o fim da ditadura comandada pelo general Marcos Pérez Jiménez no país -, Pence expressou o "apoio resoluto" dos Estados Unidos enquanto o povo da Venezuela "levanta a sua voz em um chamado à liberdade". "Estamos con ustedes", diz o vice-presidente americano, em espanhol. E promete: "Continuaremos com vocês até a democracia ser restaurada e vocês retomarem o seu direito de nascimento à liberdade. Muchas gracias y vayan con Dios."
Chanceler
Pouco depois, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, escreveu também no Twitter que a Assembleia Nacional permanece como "o único órgão válido democraticamente eleito" da Venezuela. "O Tribunal Supremo de Justiça não tem legitimidade assim como Maduro. Apoiamos o chamado para que todos os venezuelanos trabalhem juntos pacificamente para restaurar um governo constitucional e a democracia na Venezuela", concluiu, referindo-se também às manifestações Maduro convocadas para amanhã.
.@AsambleaVE remains Venezuela’s only valid democratically elected body. The Supreme Tribunal of Justice has no more legitimacy than does #Maduro. We support the call for all Venezuelans to work together peacefully to restore constitutional government and democracy in #Venezuela. — Secretary Pompeo (@SecPompeo) 22 de janeiro de 2019