• Leia mais sobre a Síria
• Leia mais sobre a Líbia
A secretária Indicou, no entanto, que se uma coalizão internacional, com o aval do Conselho de Segurança da ONU, condenar de forma universal a violência na Síria, uma intervenção poderá ser considerada. "Mas isso não acontecerá porque não acho que saibamos exatamente o que se passará, o que isso desencadeará", acrescentou ressaltando as diferenças entre as situações na Líbia e na Síria.
Mesmo condenando a situação na Síria, Hillary disse que esse país nada tem a ver com a Líbia, onde foi necessário intervir.