A afirmação representa uma mudança na avaliação do governo de Barack Obama, que já disse que o uso de armas químicas teria um grande efeito na posição dos Estados Unidos a respeito de uma intervenção na Síria. A carta ao Congresso reitera que o uso ou transferência de armas químicas na Síria é uma "linha vermelha" para os Estados Unidos. Porém, o documento destaca que uma ampla resposta norte-americana não é iminente.
Segundo nota divulgada pelo chancelaria britânica, "a utilização de armas químicas é um crime de guerra. Repassamos esta informação a nossos aliados, nossos parceiros e às Nações Unidas e trabalhamos ativamente para obter mais e melhores informações”. O presidente sírio Bashar al-Assad "deve cooperar com a comunidade internacional e provar que seu regime não cometeu este crime horrível, permitindo acesso ilimitado à ONU e à Organização para a Interdição de Armas Químicas (OIAC) para que uma investigação seja realizada no terreno na Síria", diz o documento.