A porta-voz do Conselho de Segurança Nacional reiterou que as agências americanas continuam a exercer suas funções normais. Afirmou que os órgãos de inteligência seguirão "reunindo informações sobre as intenções dos governos, ao contrário dos cidadãos comuns, de todo o mundo, exatamente como o fazem os serviços de inteligência de todas as outras nações". "Nós não vamos pedir desculpas porque nossos serviços são mais eficazes", disse.
O relatório divulgado a partir de Berlim afirma que 320 líderes políticos e empresariais na Alemanha são espionados pela NSA, incluindo o ministro do Interior, Thomas de Maizière. O jornal cita um funcionário da agência americana, que não quis se identificar, que afirmou que os espiões americanos tinham recebido ordens para não permitir que o fim da vigilância das comunicações de Merkel dificultasse a coleta de informações valiosas.