O presidente elogiou a coragem dos pilotos americanos que realizaram os ataques aéreos na Síria, e também destacou as ações simultâneas contra um grupo da Al-Qaeda que, segundo autoridades americanas, estava planejando ataques contra os Estados Unidos e alvos ocidentais. "A força desta coalizão deixa claro para o mundo que isso não é uma luta dos Estados Unidos sozinhos", disse Obama, falando no Rose Garden da Casa Branca, tendo como plano de fundo seu helicóptero verde Marine One.
"Acima de tudo, as pessoas e os governos no Oriente Médio estão rejeitando o EI e defendendo a paz e a segurança que as pessoas e o mundo merecem", disse Obama, usando um nome alternativo para o grupo EI. O presidente afirmou que os ataques americanos contra o grupo Khorasan na Síria, que, segundo ele, foi criado a partir de veteranos da Al-Qaeda, enviaram uma mensagem contundente da intenção dos Estados Unidos. "Deve estar claro para qualquer um que quiser conspirar contra os Estados Unidos e tentar prejudicar os americanos que não vamos tolerar refúgios seguros para terroristas que ameaçam o nosso povo", disse.
Obama deixou a Casa Branca logo depois de seu pronunciamento e viajou para Nova York, onde buscará apoio para a ação dos Estados Unidos na Assembleia Geral das Nações Unidas. Mas ele alertou que o esforço global contra o Estado Islâmico levará tempo. "Haverá desafios pela frente, mas vamos fazer o que for necessário na luta contra este grupo terrorista para a segurança do país, da região e para todo o mundo", disse Obama.