Shelly advertiu que esses relatórios "servem como um sinal à FDA e não provam uma relação de causalidade entre um produto ou ingrediente e um efeito adverso". No entanto, indicou que esses casos são levados a sério e investigados com cuidado pela agência, que regula as indústrias alimentícia e de medicamentos.
A porta-voz pediu que os consumidores que sofreram algum efeito adverso com uma bebida energética notifiquem os fabricantes. Depois disso, as empresas são obrigadas a informar a FDA em um prazo de 15 dias.