Segundo o Pentágono, "o anúncio reflete o compromisso do ministério da Defesa de colocar em andamento a diretriz do presidente com o objetivo de fechar o centro de detenção de Guantánamo", na base militar americana de Cuba. Lewis, professor de Ética na Universidade de Georgetown em Washington, trabalhará junto ao seu colega do departamento de Estado Cliff Sloan, nomeado em junho.
Na prisão há 164 pessoas detidas na guerra contra o terrorismo lançada depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Do total, 84 - dos quais 56 iemenitas - foram considerados transferíveis ao seu país de origem pelos governos de Obama e de seu antecessor, George W. Bush. Outros 46 estão em detenção ilimitada, sem acusação ou julgamento por falta de provas, mas considerados muito perigosos para ser libertados.