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Lieberman, independente e geralmente alinhado à Casa Branca, está convencido de que o homem morto pelas Forças Especiais Americanas era Bin Laden e que ele respeitaria a decisão da Casa Branca sobre as fotos. Entretanto, "a menos que haja um reconhecimento da Al-Qaeda de que Bin Laden está morto, alguns ainda podem negar o teste de DNA como prova de que aquele era o mentor terrorista", afirma.
A principal republicana no comitê de Lieberman, senadora Susan Collins, também declarou "não ter dúvidas" quanto ao fato de Bin Laden ter sido morto no seu forte secreto na cidade de Abbottabad, Paquistão. "Mas eu reconheço que haverá os que tentarão criar o mito de que Bin Laden está vivo, e de que nós o perdemos de alguma maneira. Para pôr um fim na história pode ser necessário liberar algumas fotos, videos ou o teste de DNA."
O Presidente do Comitê de Inteligência Interna Mike Rogers, republicano, disse que as autoridades americanas estavam trabalhando com a possibilidade de liberarem as fotos do corpo de Bin Laden. "Nós queremos a certeza de que foi respeitada a dignidade - se houver alguma - em Osama Bin Laden, para evitar problemas em outros lugares do mundo e ainda fornecer provas suficientes para as pessoas acreditarem que o corpo era mesmo de Osama Bin Laden", explica.