Hagel deixou claro que Estados Unidos não têm planos de retirar seus destróires do Mediterrâneo, depois que foram posicionados ante a possibilidade de lançar ataques com mísseis para castigar Damasco por seu uso de armas químicas.
O secretário da Defesa disse que a ameaça concreta do uso da força dos Estados Unidos ajudou a persuadir a Síria a aceitar o acordo entre Moscou e Washington, que implica que o regime sírio deve ceder o controle de seu arsenal químico. Funcionários da defesa americanos afirmaram que quatro destróieres equipados com mísseis Tomahawk mantinham sua posição no Mediterrâneo, prontos para lançar um ataque no caso da diplomacia fracassar.
Hagel e o general Martin Dempsey, o oficial de maior escalão, disseram que o governo de Barack Obama continua estudando se o Pentágono assume o controle da entrega de armas aos rebeldes sírios, o que até agora é feito pela CIA, o que implicará uma assistência em maior escala.