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Europa não está lidando bem com a guerra na Ucrânia, diz Trump

Presidente reforçou sua visão de que a Ucrânia está perdendo terreno no conflito

Trump também reiterou ameaças ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela
Trump também reiterou ameaças ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela Foto : ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a condução europeia da guerra na Ucrânia e fez pressão direta sobre o presidente Volodimir Zelensky para que realize eleições no país. As declarações foram dadas em entrevista ao Politico.

Trump declarou que a guerra "é um grande problema para a Europa. E eles não estão lidando bem". Ele afirmou ainda que o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, "ainda não leu" a proposta de paz apresentada por sua equipe, embora, segundo ele, os assessores de Kiev "tenham gostado muito" do texto.

O presidente reforçou sua visão de que a Ucrânia está perdendo terreno no conflito. "Você certamente não diria que é uma vitória" sobre a Rússia, afirmou Trump, destacando que o país "perdeu muita terra, e terra muito boa".

Ao comentar a estratégia da Casa Branca, o presidente voltou a dizer que este "não é o meu conflito, é o conflito de Joe Biden", mas que busca evitar mais mortes.

Pressão por eleições na Ucrânia

Questionado pelo veículo sobre a necessidade de a Ucrânia realizar eleições, Trump foi enfático: "Sim, acho que chegou a hora".

Ele argumentou que o país "fala sobre democracia, mas chega a um ponto em que não é mais uma democracia", sugerindo que a suspensão das eleições devido à lei marcial do tempo de guerra não é sustentável.

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Ameaças a Maduro e Venezuela

O presidente também reiterou ameaças ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela, declarando que "os dias dele estão contados". Trump acusou o líder venezuelano de enviar "milhões de pessoas, muitas vindas de prisões" para os Estados Unidos.

Pressionado sobre a possibilidade de uma intervenção militar no país sul-americano, o presidente limitou-se a dizer que "não falaria sobre estratégia militar", mantendo a ambiguidade sobre suas próximas ações.