A Papelbol devia ser instalada na região do Chapare (centro), região produtora de coca e principal bastião político do presidente. O chefe de Estado afirmou que, apesar do tropeço, "daqui a três meses" a fábrica estará pronta.
Morales não mencionou o nome da empresa brasileira. "Lamentavelmente, devemos reconhecer que por culpa das empresas temos que pagar politicamente por estes fatos", acrescentou Morales sobre a situação. Após a fracassada tentativa inicial, a instalação da fábrica de papel estará a cargo da empresa chinesa Vicstar. Em seu afã de fortalecer a presença do Estado na economia, o governo do esquerdista Evo Morales impulsiona a criação de empresas estatais.