Por volta da meia-noite de sexta-feira, o presidente anunciou a suspensão da norma que seu governo havia aprovado no domingo. O objetivo do decreto era eliminar uma subvenção aos combustíveis que a Bolívia mantinha havia 12 anos, após protestos violentos que deixaram 15 feridos e muitos detidos em La Paz e na vizinha cidade de El Alto, reduto político do presidente.
Os sindicatos - que prometeram manifestações para a próxima semana - não se pronunciaram sobre o recuo. "O presidente evitou um mal maior porque os protestos convocados para a semana que vem poderiam ser gravíssimos", disse o taxista Felipe Martínez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.