A ofensiva ocorre no momento em que o governo espera pela libertação dos últimos dez policiais e militares que as Farc dizem ter em seu poder. Na operação, também foram capturados quatro supostos integrantes do grupo guerrilheiro. “As Forças Armadas continuam sua ofensiva e não vão parar, vão continuar, vão perseverar, como foram as instruções é como é sua atitude e como foi sua ação”, ressaltou o presidente.
Trata-se do segundo golpe das Forças Armadas colombianas nas Farc em menos de uma semana, depois de outros 36 rebeldes terem sido mortos entre os dias 20 e 21 de março em Arauca, na fronteira com a Venezuela. As Farc devem entregar estes dez reféns entre os dias 2 e 4 de abril em uma operação humanitária que será lançada a partir do aeroporto de Villavicencio com a participação de helicópteros fornecidos pelo governo brasileiro. O Exército da Colômbia se comprometeu a suspender temporariamente as operações militares nas regiões onde os rebeldes decidirem entregar os sequestrados.