A decisão foi tomada pelo magistrado Orlando Fierro em audiência pública e o advogado Jorge Aníbal Gomez descartou apelar. A procuradora-geral Viviane Morales mostrou-se satisfeita com a decisão e sustentou que "é resultado de um trabalho sério, objetivo e comprometido com o país".
Arias foi considerado culpado por peculato a favor de terceiros no controle de um programa de subsídios não reembolsáveis para camponeses. Os fundos teriam sido desviados e entregues a ricos proprietários de terra que depois apoiaram o ex-ministro em sua intenção de ser candidato às eleições presidenciais de 2010.