"Acusei 18 pessoas que foram absolvidas, mas minha equipe continuará trabalhando e apelaremos da decisão", prometeu o promotor do caso, Mariano Borinsky, que tinha solicitado uma pena de oito anos para Menem. O processo, iniciado em outubro de 2008, investigava a venda ilegal de 6,5 toneladas de armas para Equador e Croácia entre 1991 e 1995.
O ex-presidente era acusado de tráfico por três decretos sigilosos que teriam sido assinados por ele e por seus ministros autorizando envios de armamentos a Panamá e Venezuela, embora seu destino final fosse Croácia e Equador. Pesava sobre a Croácia na época um embargo de armas das Nações Unidas, enquanto a Argentina mediava negociações de paz conflito fronteiriço entre Peru e Equador.