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Ex-refém das Farc faz apelo por libertação de colegas

Sargento, de 32 anos, disse não saber se permanecerá no Exército

O sargento, de 32 anos disse não saber se permanecerá no Exército
O sargento, de 32 anos disse não saber se permanecerá no Exército Foto : Luis Robayo /AFP
O sargento colombiano Pablo Emilio Moncayo, libertado após 12 anos como refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), contou ter sido incumbido por dois "companheiros" que "temem por suas vidas" - o sargento Libio José Martínez e o tenente Yesid Duarte, ainda reféns - de fazer um apelo para que "uma organização internacional" (possivelmente a Cruz Vermelha) trabalhe por sua libertação.

"De todos os meus companheiros trago uma grata lembrança. Nos momentos de fraqueza, eles estiveram ao meu lado e me deram a mão. São heróis", afirmou Moncayo.

Ontem Moncayo almoçou pela primeira vez com sua família desde o sequestro. Ele também fez uma série de exames de saúde, após dar uma entrevista coletiva em que falou sobre o cativeiro. Segundo a médica Nohora Rodríguez, diretora do Hospital Militar Central, nesses 12 anos Moncayo teve leishmaniose seis vezes e diversas infecções, mas suas condições de saúde são boas. O sargento, de 32 anos, aparentava tranquilidade na entrevista, na qual disse não saber se permanecerá no Exército.