A causa da explosão ainda não é conhecida. O ônibus transportava cerca de 30 turistas no sul do Sinai.
Esta explosão acontece em plena onda de atentados dirigidos, até agora, contra as forças de ordem no Egito.
Os ataques multiplicaram desde que o exército derrubou e prendeu o presidente islamita Mohamed Mursi no início de julho. A maioria destas ações foi reivindicada por um grupo jihadista que diz inspirar-se na Al-Qaeda e está estabelecido no Sinai, Ansar Beital Maqdis.
Este grupo assegura atuar em represália pela violenta repressão realizada pelo novo poder egípcio contra os partidários de Mursi.