Os primeiros andares do edifício de 13 andares ficaram destruídos na quinta-feira passada, quando a construção sofreu uma explosão pela expansão de gás "lenta e horizontal". O problema provocou uma "explosão difusa" ao fazer contato com uma fonte de calor que pode ter sido uma faísca, explicou o procurador.
Murillo Karam negou a presença de resíduos de explosivos ou alguma cratera que indiquem a explosão de algum artefato. O procurador explicou que maioria das mortes foi provocada pela queda de azulejos do edifício e que apenas três funcionários morreram por queimaduras.