Segundo ela, a deposição de Mursi causou problemas na saúde e integridade do ex-presidente. "Consideramos que o chefe do golpe de Estado e seu grupo são totalmente responsáveis pela saúde e integridade do presidente Mursi", acrescentou Shaimaa, sem informar se a família está em contato com o presidente deposto, detido em um local secreto pelo exército desde sua deposição, no dia 3 de julho.
Vários países, entre eles os Estados Unidos e a Alemanha, exigiram a libertação de Mohamed Mursi. As novas autoridades minimizaram as demandas, mas afirmaram no dia 10 de julho que Mursi está em local seguro e é tratado de forma digna. O presidente deposto foi interrogado no dia 14 de julho pela justiça sobre as circunstâncias de sua fuga da prisão em 2011 durante a revolução, segundo fontes judiciais.