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Farc e ELN perderam 21.500 combatentes na Colômbia

Guerrilhas perderam força e não seriam mais ameaça ao novo governo do país

As guerrilhas colombianas das Farc e o ELN perderam 21.500 combatentes durante o mandato de Álvaro Uribe e esses grupos não representarão uma ameaça para o futuro governo de Juan Manuel Santos, assinalou neste domingo o máximo chefe militar do país, Freddy Padilla.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) passaram de 25.000 combatentes há oito anos a 8.000 atualmente. O Exército da Libertação Nacional (ELN) passou de 7.000 a 2.500, declarou o general Padilla ao jornal El Espectador.

Padilla, que não especificou quantos insurgentes foram abatidos ou desertaram, também disse que mais de 50.000 pessoas que pertenciam às guerrilhas, os paramilitares de direita e outros grupos aceitaram ser colocados sob um plano de desmobilização do governo.