O comandante da Força Tarefa Apolo do Exército, general Jorge Jerez, explicou que esta é uma prática habitual das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na região do país. Segundo ele, a presidência da Colômbia e o ministério da Defesa vão denunciar em instâncias internacionais esta violação ao Direito Internacional Humanitário.
As Farc, fundadas em 1964 depois de uma insurreição camponesa, são a principal guerrilha da Colômbia e mais antiga da América Latina, com 8.000 combatentes na atualidade. São consideradas terroristas por Estados Unidos e União Europeia.