Segundo investigações do governo colombiano, o major Germán Méndez Pabón e o patrulheiro Edílmer Muñoz foram torturados a mortos, tendo seus corpos sido encontrados na madrugada do dia 18 de março, na zona rural de Tumaco. Segundo a perícia, o patrulheiro teria sido degolado e o major foi morto com um tiro.
Timochenko não negou a autoria do atentado, mas disse que se guerrilheiros tivessem de responder pelo delito, isso teria que ser feito dentro da própria jurisdição guerrilheira, e não por “autoridades inimigas”. O pedido de entrega dos guerrilheiros responsáveis havia sido feito pelo ministro da Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzón, no último fim de semana, e o escritório das Nações Unidas no pais também havia solicitado a rendição.
Em negociação de paz com o governo, desde novembro de 2012, as operações militares não foram suspensas em meio ao processo. Há casos de ataques, atentados e mortes de militares pelas Farc, assim como de captura e mortes de guerrilheiros pelo Exército.