"Nós tivemos um número significativo de pessoas no setor de emergência, muita gente com ferimentos graves", disse David Meates, chefe do Conselho de Saúde do Canterbury. "Em grande parte, são pessoas com ossos quebrados e cortes de todo tipo, e dores no peito". Segundo ele, alguns dos pacientes, que estavam em estado mais grave, puderam ser transferidos para outras cidades, onde os hospitais foram colocados em alerta e preparados para atender os feridos.
Todas as equipes médicas do Exército foram mobilizadas, enquanto centenas de soldados foram colocados para ajudar nos resgates. Seis horas após o terremoto, uma mulher presa em um dos prédios que desmoronou disse que estava aterrorizada e ainda esperava ajuda. "Eu pensei que o melhor local para me abrigar era debaixo da mesa, mas o teto desabou em cima dela e eu não podia me mover", declarou Anne Voss.
Abrigos de emergência também foram criados nas escolas locais e em uma pista de corrida. As autoridades montaram centros de ajuda em pelo menos seis colégios públicos e mobilizaram cerca de mil membros da polícia e do Exército para evitar saques.
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