"Se ele resistir e não acatar exigências, passará para a história como um dos grandes personagens dos países árabes", escreveu Fidel na imprensa oficial cubana. Ele alertou para "os grosseiros ataques contra o povo líbio, que adquirem um caráter nazifascista e podem ser utilizados contra qualquier povo do Terceiro Mundo".
Fidel reconheceu, porém, que o regime que governa a Líbia há 42 anos pode ser questionado. "Pode-se estar ou não de acordo com as ideias políticas de Kadhafi, mas a existência da Líbia como Estado independente e membro das Nações Unidas ninguém tem o direito de questionar", enfatizou.