De acordo com o porta-voz do governo líbio, Saiuf al-Arab morreu como um "mártir". O ataque foi criticado pela Ibrahim: "Foi uma operação que tinha como objetivo assassinar diretamente o líder deste país". Saif era o sexto filho de Kadhafi. Ele passou boa parte de sua vida na Alemanha nos últimos anos.
Antes do ataque, Kadhafi reafirma que não se entregará
O ditador líbio Muamar Kadhafi reiterou neste sábado que não vai renunciar ao poder, ao mesmo tempo que convidou França e Estados Unidos a negociar com ele uma solução para a crise na Líbia. A ideia foi rejeitada de maneira taxativa pelos opositores. A Otan, que executa bombardeios no país, "deve abandonar qualquer esperança de uma saída de Muamar Kadhafi", disse Kadhafi em um discurso exibido pela televisão estatal.
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