"O presidente da República (Nicolas Sarkozy) dirá quais serão as medidas a serem tomadas após o atentado realizado contra nossas forças por um membro do exército nacional afegão", puntualizou o Ministério de Relações Exteriores em um comunicado, após uma entrevista entre a secretária de Estado americano, Hillary Clinton, e o chanceler francês, Alain Juppé, no sábado.
Segundo Washington, ambos ministros concordaram que os "Estados Unidos e França trabalhem com seus sócios da ISAF (a missão da OTAN) e o governo afegão com a finalidade de assegurar a solidez e a eficácia contínua da missão".
O ministro francês de Defesa, Gérard Longuet, que se encontra atualmente no Afeganistão, afirmou que o soldado afegão que matou quatro militares franceses e feriu outros 15 na sexta-feira era "um talibã evidentemente infiltrado há tempos" no Exército do país asiático.