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As tropas da Licorne (força francesa para a manutenção da paz na Costa do Marfim), que reúne cidadãos franceses e de outros países presentes em Abidjan para garantir sua proteção, já haviam sido reforçadas em 300 efetivos no domingo.
Ainda nesse domingo, a missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na Costa do Marfim começou a retirar cerca de 200 funcionários após os frequentes ataques a sua sede pelas forças leais ao ex-presidente do país Laurent Gbagbo. Um funcionário da ONU disse que seus colegas foram levados de helicóptero a partir do centro de base das Nações Unidas para o aeroporto. Outro helicóptero iria transportá-los até a cidade de Bouaké.
A Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, afirmou neste domingo que os EUA estão "profundamente preocupados" com a situação na Costa do Marfim, os relatos de abusos dos direitos humanos e o massacre de mais de 1 mil pessoas no país. Em um comunicado, ela apelou que Gbagbo deixe o cargo imediatamente.