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O buque deve transportar em torno de 20 aviões, dentre eles 15 caças. Serão empregados helicópteros para o caso de pilotos que ejetarem-se de sua aeronave, assim como dois aviões de controle aéreo de tipo Hawkeye. O porta-aviões será escoltado por três fragatas e um buque. A frota também terá a proteção de um submarino nuclear de ataque.
O início da operação internacional destinada a estabelecer uma zona de exclusão aérea na Líbia "teve êxito" e interrompeu a ofensiva do governo líbio sobre Benghazi, disse neste domingo o responsável pelo exército dos Estados Unidos, almirante Michael Mullen. As tropas leais ao líder líbio Muamar Kadhafi "já não estão marchando sobre Benghazi", reduto dos rebeldes no Leste da Líbia, completou.
Esses comentários ocorrem depois de os Estados Unidos iniciarem, no sábado, sua ofensiva contra o regime de Kadhafi ao lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk, enquanto o presidente Barack Obama descartava a mobilização de tropas terrestres no que chamou de uma "ação militar limitada" na Líbia.
Em uma espetacular demonstração de força, barcos de guerra americanos e um submarino britânico dispararam ao menos 110 mísseis de cruzeiro Tomahawk na Líbia contra locais de defesa antiaérea do regime de Kadhafi, afirmou o exército americano.
Bombardeios são retomados
Dezenas de veículos militares do líder líbio, entre eles tanques, foram destruídos neste domingo por bombardeios aéreos no Oeste de Benghazi, reduto dos insurgentes. Os destroços e, até mesmo, corpos de combatentes eram visíveis no local.
A próxima etapa da coalizão contra as forças de Kadhafi atacará o apoio logístico do líder a partir de segunda-feira, segundo o almirante Michael Mullen.
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