O Conselho Nacional de Transição também deve se transferir em breve para Trípoli, abandonando Benghazi, sua sede anterior. A França foi o primeiro país a reconhecer o Conselho como governo da Líbia e a enviar um representante diplomático para Benghazi.
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, também tem sido um forte partidário das forças rebeldes e tem mobilizado exércitos internacionais e apoio diplomáticos para a insurreição. Paris fechou sua embaixada em Trípoli em 26 de fevereiro e retirou todos os seus funcionários do país por questões de segurança.
A capital francesa se prepara para receber uma conferência internacional sobre a Líbia na quinta-feira, que deve angariar apoio ao novo governo líbio. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.