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Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato, destacou em uma carta dirigida a seu advogado, Marthius Sávio Lobato, que pretende "solicitar um novo julgamento na Itália, ante um tribunal não submetido ao que é ditado pelos meios de comunicação". As autoridades brasileiras já entraram em contato com a Interpol.
Outros condenados no julgamento, incluindo José Dirceu, José Genoíno e Delubio Soares, ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT), se entregaram à Polícia Federal.Todos foram considerados culpados por um esquema de pagamento de suborno a deputados para garantir votos no Congresso, entre 2003 e 2005, durante o primeiro mandato de Lula, e foram condenados à penas de prisão.
Na quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a execução imediata das penas de 16 dos 25 sentenciados no julgamento, que acabou no fim de 2012 e destacou um amplo sistema de compra de deputados pelo PT.