Segundo o novo balanço anunciado pelo secretário de Estado do Interior de Portugal, Jorge Gomes, o incêndio florestal já deixou 61 mortos e cerca de 60 feridos. São quatro os focos do incêndio. Muitos dos mortos foram carbonizados no interior de seus veículos quando tentavam fugir do local. O incidente ocorreu nesse sábado na localidade de Pedrogão Grande, a 50 quilômetros de Coimbra, região Leira e se estendeu para várias frentes. Cerca de 700 bombeiros e 200 veículos seguem lutando contra as chamas neste domingo.
O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, viajou à zona atingida para prestar suas condolências às famílias das vítimas, e "compartilha sua dor, em nome de todos os portugueses". Marcelo Rebelo de Sousa destacou o trabalho dos bombeiros, "que fazem o máximo possível" diante das difíceis condições. O incêndio atingiu vários povoados, o que dificulta no momento uma avaliação sobre o total dos danos.
No sábado, um forte calor atingiu Portugal, com temperaturas que superaram os 40 graus em várias regiões. Relativamente poupado nos anos de 2014 e 2015, Portugal foi duramente atingido no ano passado pelos incêndios florestais, que devastaram mais de 100 mil hectares em seu território continental.
Governo de Portugal confirma 61 mortos em incêndio florestal
Cerca de 700 bombeiros e 200 veículos seguem lutando contra as chamas neste domingo