Ibrahim recordou ainda que o governo autorizou a abertura de uma representação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) em Trípoli, para que os ativistas tenham acesso a Misrata, e que convidou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) a ajudar as crianças da cidade.
O Unicef pediu na segunda-feira o fim do cerco a Misrata, onde as crianças são vítimas dos combates. Ibrahim negou as acusações de organizações de defesa dos direitos humanos de que as forças leais a Kadhafi reprimem de forma violenta uma onda de protestos sem precedentes contra o regime.