"Diante da situação dramática que vivem os cidadãos de Benghazi, presas do medo e do terror por causa de combates injustificados", o governo "deu a ordem às autoridades para garantir a segurança da cidade e tomar as medidas necessárias para restabelecer a estabilidade", diz o comunicado.
Desde que, em 16 de maio, o general dissidente Khalifa Haftar lançou operação contra os "grupos terroristas" de Bengazhi, as autoridades líbias anunciaram com regularidade um fortalecimento da segurança na segunda maior cidade do país, sem obterresultados.
Nestes confrontos, segundo fontes médicas, morreram mais de cem pessoas. Haftar, para quem os grupos islamitas fazem a lei em Benghazi desde a queda do regime de Muamar Kadhafi em 2011, recebeu em sua ofensiva o apoio de várias unidades do exército e da polícia. Também o ajudaram elementos da Força Aérea líbia, que bombardearam posições dos islamitas.