Conforme a agência de notícias Sana, 16 pessoas morreram "por disparos de grupos terroristas", seis delas militares. Em Banias, as forças de segurança detiveram mais de 250 pessoas entre sábado e domingo, entre elas dezenas de mulheres e um menino de 10 anos, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Entre eles figura o xeque Anas al Ayrut, considerado o líder do movimento.
As forças de segurança rodeavam o hospital de Al Jamiyeh e detiveram vários médicos, informou o observatório.
Nesta cidade de 50 mil habitantes na costa do Mediterrâneo, as comunicações telefônicas, a eletricidade e a água potável foram cortadas, segundo Rami Abdel Rahman, presidente do Observatório Sírio de Direitos Humanos.
"A cidade está isolada do mundo e nos bairros sul, bastião dos militantes que protestam, há atiradores escondidos nos telhados", acrescentou. "Neste domingo tanques foram mobilizados nos arredores e nos bairros do sul de Banias. Houve invasões. Algumas pessoas foram detidas com base em uma lista", segundo ele. Qasem Zuheir ao Ahmad, de 12 anos, morreu baleado.