A ONG Greenpeace se comprometeu em ajudar as autoridades peruanas nas investigações sobre os danos provocados pela entrada de ativistas da organização na área das milenares linhas de Nazca, afirmou seu diretor, o sul-africano Kumi Naiddo nesta sexta-feira.
Naiddo deve se reunir com a ministra da Cultura peruana, Diana Álvarez Calderón, e talvez com o presidente Ollanta Humala a fim de pedir desculpas pelo ato dos ativistas.
Na madrugada dessa segunda-feira, ao menos 12 ativistas do Greenpeace entraram sem autorização na área das linhas de Nazca, declaradas Patrimônio Cultural da Humanidade, e junto à imagem do gigantesco colibri - feita pelos antigos peruanos há mais de 2 mil anos - pintaram em amarelo a mensagem "Time for change: The future is renewable" (Tempo de mudança: o futuro é renovável).
Humala afirmou que haverá ações judiciais contra o grupo de ecologistas por invadir o sítio arqueológico e também exigiu uma desculpa pública da ONG.
Greenpeace promete ajudar a investigar danos de militantes em Nazca
Grupo ligado à ONG causou danos em área declarada Patrimônio Cultural da Humanidade