O objetivo da greve era pedir que fossem realizadas as obras prometidas para a construção de novos centros de processamento de resíduos. O chamado cinturão ecológico, localizado a 40 km a noroeste de Buenos Aires, processa cerca de dois milhões de toneladas de resíduos anuais.
Após reuniões, o deputado peronista Jorge Manzini, líder do sindicato que organizou a greve, anunciou que serão aplicadas novas tecnologias e será feito um polo ambiental . As autoridades da capital argentina, com três milhões de habitantes, chegaram a analisar a possibilidade de declarar estado de emergência sanitária, caso o protesto continuasse.
Fabio López, líder do sindicato do setor, denunciou "esvaziamento da empresa", o que motivou o protesto no cinturão ecológico. Somente na capital argentina, são gerados quase 5 mil toneladas diárias de lixo.