Desde o lançamento da operação militar israelense "Pilar de defesa" contra os grupos armados palestinos da Faixa de Gaza, na quarta-feira, pelo menos 48 pessoas – 45 palestinos e três israelenses – morreram e centenas ficaram feridas. Uma autoridade do Hamas que não quis se identificar declarou à tarde no Cairo que seu movimento não aceitaria uma trégua sem garantias e que o Egito não podia mais fornecer essas garantias. "Por intermédio do Egito, nós chegamos a um acordo sobre uma trégua (segunda-feira), e ela foi quebrada em 48 horas", lembrou.
Hamas e Israel podem estabelecer trégua "em breve", diz presidente egípcio
Autoridade do Hamas declarou que seu movimento não aceitaria uma trégua sem garantias
O presidente egípcio, Mohamed Mursi, declarou neste sábado que seu governo estava em contato com Israel e com os palestinos e que uma trégua pode ser concluída rapidamente no conflito em Gaza. "Há algumas indicações sobre a possibilidade de um cessar-fogo em breve", declarou o presidente egípcio durante uma entrevista coletiva à imprensa ao lado do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, acrescentando, entretanto, que ainda não há "garantias".
Desde o lançamento da operação militar israelense "Pilar de defesa" contra os grupos armados palestinos da Faixa de Gaza, na quarta-feira, pelo menos 48 pessoas – 45 palestinos e três israelenses – morreram e centenas ficaram feridas. Uma autoridade do Hamas que não quis se identificar declarou à tarde no Cairo que seu movimento não aceitaria uma trégua sem garantias e que o Egito não podia mais fornecer essas garantias. "Por intermédio do Egito, nós chegamos a um acordo sobre uma trégua (segunda-feira), e ela foi quebrada em 48 horas", lembrou.
Desde o lançamento da operação militar israelense "Pilar de defesa" contra os grupos armados palestinos da Faixa de Gaza, na quarta-feira, pelo menos 48 pessoas – 45 palestinos e três israelenses – morreram e centenas ficaram feridas. Uma autoridade do Hamas que não quis se identificar declarou à tarde no Cairo que seu movimento não aceitaria uma trégua sem garantias e que o Egito não podia mais fornecer essas garantias. "Por intermédio do Egito, nós chegamos a um acordo sobre uma trégua (segunda-feira), e ela foi quebrada em 48 horas", lembrou.