A informação foi confirmada por um representante da Associação Marroquina de Direitos Humanos (AMDH), Habid Benkarrun. Segundo a imprensa local, o homem pediu um documento que seria necessário para que sua esposa pudesse ser hospitalizada.
Nos últimos anos, fatos semelhantes já ocorreram no Marrocos. No mês passado, um camelô de Marrakech, no sul do país, que protestava contra o confisco de sua mercadoria. morreu ao atear o fogo ao próprio corpo.