Leia mais sobre o conflito na Líbia
"Meses atrás estavam fazendo negócios na Líbia. Isto é cinismo", criticou Chávez. "A obrigação que temos é a de buscar uma forma para que acabe a guerra e que os líbios busquem o diálogo para os caminhos da paz, mas respeitando a autonomia de seu povo", acrescentou o presidente venezuelano, um aliado próximo de Muamar Kadhafi.
Chávez propôs recentemente a criação de uma missão de paz para mediar o conflito e, segundo Caracas, recebeu o respaldo do governo de Kadhafi, que enfrenta há quase um mês violentas revoltas que querem tirá-lo do poder, num regime que dura 42 anos. A oposição líbia rejeitou de imediato a iniciativa venezuelana.